segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
fundo #7#Congelar a vida em busca da imortalidade II

sábado, 15 de janeiro de 2011
fundo #6#Congelar a vida em busca da imortalidade

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
fundo #5# Zippo
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
fundo #4# Economia geral
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
fundo #3# Direitos de autor
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
fundo #2# Cogumelos Alucinógenios
Antes de mais nada, qualquer interessado em usar o cogumelo semelhante ao Stropharia cubensis que cresce nas bostas de vaca do Brasil deveria preencher os seguintes requisitos:
1. Bom conhecimento em filosofia
2. Mente saudável
3. Conhecer algo da história da psicodelia, em especial a biografia de Timothy Leary, Flashbacks.
Como em geral são adolescentes imbecis que usam drogas diferentes de cocaína ou maconha, é aconselhável que tomem os cogumelos ao menos acompanhados de algum amigo sóbrio e, se possível, em casa, numa sala confortável, sem decoração agressiva, com música decente e calma tocando. Uma boa opção de ambiente é um monte de almofadas no chão, meia-luz e mogwai na vitrola.
NÃO TOME COGUMELOS SEM TER CERTEZA DE QUE SÃO OS QUE ESTÁ PROCURANDO.
É evidentemente perigoso. Procurar cogumelos alucinógenos sem nunca ter visto um é besteira, mas pelos mesmos motivos de antes, aqui vão algumas dicas de como reconhecer o bicho:
1. Crescem sobre as bostas de vaca, após uma chuva ou garoa.
2. Os mais altos tem cerca de 10cm, com uma cabeça circular de até 5cm de diâmetro, de coloração branco-dourada. Às vezes, há um anel preto no caule branco. A consistência é carnosa e ele se despedaça com facilidade.
3. Mais importante: ao entrar em contato com o ar, a parte interna do caule fica roxo-azulada. Abra o caule, para verificar, e espere alguns minutos.
Há várias formas de ingestão. A mais popular é a infusão. Basta ferver os cogumelos durante alguns minutos, podendo-se acrescentar vinho, cachaça, sucos, ervas, qualquer coisa. O gosto é tenebroso, em compensação bate mais rápido. Minha forma preferida é lavar e comê-los dentro de um pão, cabeças e caule. Dá menos trabalho, a onda chega de forma mais suave, dura mais e é mais forte. Café ou cerveja ajudam a tirar o gosto ruim da boca.
A dose, no caso de ingestão dos cogumelos inteiros, é de 4 ou 5 grandes por pessoa. Tenha em mente que a viagem é muito potente, e o risco de bad trip é alto. Quanto a riscos físicos, além dos possíveis acidentes (atropelamentos, quedas, etc.), há a possibilidade de um surto psicótico. Algumas pessoas jamais retornam dele. O motivo para isso é simples: a psilocibina e seus parentes ativam a psicose básica do sujeito. Ou seja, se você tiver delírios paranóicos, é porque vai ser paranóico se um dia enlouquecer. Se já for um tanto desequilibrado e faltar apenas um estalo para surtar, não é difícil que o uso de cogumelos provoque o surto.
23:00, dia 15.02.2002 - Comi cerca de 5 cogumelos grandes, dentro de um pão, e saí de casa junto com duas amigas que também haviam comido os docinhos. Íamos até a praça central de Garopaba/SC, pegar um ônibus para a ferrugem, um tipo de shopping etílico a céu aberto, freqüentado por mauricinhos e surfistas adolescentes da pior espécie. Má escolha, como verificaríamos mais tarde.
23:30 - Ao contrário de minhas expectativas, a onda chegou em apenas meia hora. Começou com uma sensação de anestesia pelo corpo, em especial nas pernas. A pessoa sente-se flutuando. Não sente cansaço, por mais que caminhe, corra ou pule - o que não siginifica que não vai sentir dores musculares no dia seguinte. Penso que esta característica da psilocibina era responsável pelos aparentes superpoderes do xamã. Ele poderia dançar a noite inteira, sem cansar. Correr, levar porrada. Segue-se à anestesia uma sensação de euforia. Rimos por nada.
24:00 - Esperando pelo ônibus, sinto os primeiros efeitos visuais. As sombras de algumas árvores se movem pela grama, e uma das casuarinas parece-se demais com uma lula gigante. Algum desconforto no estômago. Minhas amigas não param de fazer piadas, estou muito ocupado com os efeitos visuais, mas não consigo conter um sorriso permanente. Nas pernas, sinto como se mosquitos estivessem me picando, ou formigas caminhando por elas. Não estão.
24:30 - É difícil descobrir quanto custa o ônibus e também contar o dinheiro. As moedas todas se parecem. Não reconheço mais a estrada. Quando estou 100m adiante, vejo à minha frente os 100m anteriores da estrada. Difícil descobrir onde estou. A luz de um carro bate no pára-brisa, explode e meu campo de visão fica cheio de pedrinhas de luz. Desço do ônibus com certa dificuldade.
Tenho medo de atravessar a estrada, porque estou tendo alucinações e posso não ver um carro. Atravesso. Olhando para o céu, fico surpreso com o tamanho dele. As estrelas ficam mais brilhantes, e a cor é esquisita. Ao caminhar, sinto como se estivesse chapinhando num charco. Um sujeito nos manda subir na caçamba de sua caminhonete, ganhamos uma carona. No caminho, muita poeira. Fico em dúvida se estou alucinando algumas nuvens de poeira, se estou mesmo coberto de areia. É cada vez mais complicado dialogar.
1:00 - Chegamos ao lugar. Meu corpo parece mais alto e magro enquanto caminho. Alguém fala sobre uma rave, bem no momento em que passamos por um estacionamento. Abismado com a qualidade da luz e do espaço, digo que a rave deveria ser ali. Parece muito apropriado. A sensação de anestesia agora dá lugar ao que poderia-se definir como separação do corpo. Os sentidos não necessariamente comunicam mais o que está se passando, ou fazem isto de forma confusa. Por causa disso mesmo, os movimentos exigem cada vez maior concentração.
A luminosidade e as cores da avenida de terra cercada por bares é interessante. Pareço estar dentro do filme Delicatessen. Jeunet é, com certeza, o diretor de arte das viagens de cogumelo. Um guindaste de bungee-jump chama minha atenção. Tudo é novo, imenso. E tudo parece se encaixar no seu exato lugar, tudo parece apropriado e conveniente. Sentamos em um bar, mesa da rua. Não calamos a boca. Rimos. Enrolamos a língua. Toca um axé. Procuro um banheiro, e ao fazer isso, cruzo por caixas de som tocando Metallica. A trilha sonora parece muito adequada ao local em volta, escuro. Está fechado, então volto para a mesa e digo, rindo, que não consegui mijar. Indicam um banheiro e vou até ele, no setor em que toca Enter Sandman. O banheiro é infecto, mas acho ele bastante bonito, as cores da merda e do barro e as paredes sujas. A adequação da música ao local me deixa alegre, sinto-me seguro no universo.
Saio dali e compro uma cerveja. Kaiser Summer. No momento em que retiro o dinheiro do bolso para pagar, desço à terra e tomo consciência de como estão meus movimentos. Tiro o dinheiro do bolso como um mendigo o faria. Devagar, levantando a camiseta para expor o bolso - e a barriga por tabela. Fico preocupado, pensando que as pessoas devem estranhar isso. Volto para a mesa e converso com as meninas. Não é preciso terminar as frases para entendê-las. A cerveja brilha amarela, radioativa. Estou muito, muito feliz. Nunca estive tão feliz. Qualquer movimento dá prazer, por isso passo a língua pelos lábios e mexo os dedos. Penso em tomar cogumelos todos os dias da minha vida. Minhas amigas concordam. Uma delas jura não estar sentindo nada, mas nota-se a euforia dela. A outra me acompanha em uma discussão sobre os efeitos intelectuais do cogumelo. Digo que agora entendo do que as letras dos Doors falavam, a estética psicodélica toda."
Após a leitura do mail recebido, fiz um pesquisa sobre o assunto e tomei conhecimento de casos de pessoas que tiveram uma coisa chamada "Bad trip" que é traduzido "má viagem" , li um caso de uma pessoa no luxemburgo que começou a ver um escorpião na mão e que na tentativa de o matar se magoou séria mente. Mas após de um pouco mais de investigação sobre os cogumelos reparei que Holanda quer proibir cogumelos alucinógenos
"O governo da Holanda quer proibir a venda de cogumelos alucinógenos...os proprietários alegam que os cogumelos - que contém o ingrediente alucinógeno psilocibina - só são perigosos quando tomados junto com álcool ou outras drogas."
"composto
Logo o que me leva a pensar que a experiência num grau de intensidade de o nosso leitor foi "fraca" mas ainda bem que foi totalmente legal!(dentro da lei federal/nacional)
Fica a minha pergunta, já tomou? o que pensa sobre o assunto?
domingo, 9 de janeiro de 2011
fundo #1# Refrigerantes


De volta ao serviço
É verdade, recebi mais de 20 mails a pedir o regresso do nosso blog, sim porque o blog é feito por todos, vou enviar para todos os contactos da base de dados do blog o seguinte email:2ª*Terça»Jogos e tecnologia (1 artigo)
3ª*Quarta»Desporto (1 artigo)
4ª*Quinta» Sugestões de Atividades
5ª*Sexta»Stuf -
6ª*Sábado»*por defenir*
7ª*Domingo*por defenir*
